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Inflação: definição, explicação e exemplos

Inflação: definição, explicação e exemplos

2022-03-31 • Atualizado

Informação não é consultoria em investimentos

A imprensa inteira fala em inflação. Artigos sobre economia dão alertas histéricos sobre o assunto. As pessoas estão cada vez mais perdidas em meio a tanta informação publicada. Os traders do mercado Forex estão sempre atentos a este indicador económico.

Este artigo ajudará a entender o básico sobre inflação e tudo o que está relacionado a este assunto.

O que é inflação?

A inflação é um dos fatores determinantes para o câmbio. Seu peso é considerável mesmo em comparação com outros fatores importantes.

Resumidamente, inflação é o aumento geral e gradual nos preços de bens e serviços. Quando os preços sobem, diminui a quantidade de coisas que uma pessoa consegue comprar com determinada quantia em dinheiro. Exemplo: ontem tinha 5 dólares e podia comprar cinco chocolates. Hoje, com estes mesmos 5 dólares, só pode comprar três chocolates. É um exemplo de inflação alta.

Tipos de inflação

Nem toda inflação significa catástrofe. Existem graus mais fracos e mais fortes.

Inflação baixa

Inflação baixa (ou rastejante) significa que os preços têm alta anual de 3% ou menos. O Federal Reserve (Fed) considera que é bom para o crescimento económico quando os preços sobem 2% ou menos. É este o caminho para a expansão económica orgânica. Por isto a meta de inflação do Fed é de 2%.

Inflação alta

É um tipo forte ou destrutivo de inflação que costuma variar de 3% a 10%. As pessoas começam a comprar mais que o necessário para hoje, tentando evitar os preços mais altos de amanhã. Isto aumenta a demanda num ritmo que fornecedores e salários não conseguem acompanhar, chegando a um ponto em que bens e serviços comuns encarecem demais para maior parte da gente.

Inflação galopante

Quando a inflação passa dos 10%, a economia do país começa a sofrer. Investidores estrangeiros evitam o país, privando-o de capitais necessários. A economia fica instável e perde-se a credibilidade do governo. Deve evitar-se a todo custo a inflação galopante, pois esta é capaz de precipitar uma depressão económica.

A inflação galopante é um fenómeno mais comum que a hiperinflação e por vezes aparece mesmo em países mais desenvolvidos economicamente. Exemplo: a inflação galopante foi observada nos anos pós-guerra (1945–1952), bem como nos anos 70, por causa do aumento dos preços do petróleo aplicado pela OPEP.

Nos anos 2000 observou-se uma queda considerável no número de países com inflação galopante. O caso mais notável foi em Angola, nos anos 2004 e 2005, quando a taxa chegou a 23%.

Hiperinflação

A hiperinflação acontece quando os preços registam altas superiores a 50% por mês. É um cenário muito raro. A maioria dos exemplos foi observada quando governos emitiram dinheiro para custear guerras. Alguns exemplos de hiperinflação: Alemanha, na década de 1920; Zimbábue, nos anos 2000; e Venenzuela, nos anos 2010. Nos Estados Unidos, a hiperinflação aconteceu à época da Guerra Civil (século XIX).

Deflação x desinflação

Deflação é uma queda geral nos preços de bens e serviços. É o contrário da inflação, pois na deflação os preços caem. A deflação leva ao aumento do poder de compra da moeda em questão: com o mesmo dinheiro, porém com os preços em queda, o seu dólar começa a comprar mais coisas do que antes. O exemplo mais óbvio de deflação foi a Grande Depressão, nos EUA.

A deflação é consideravelmente danosa ao PIB, pois com ela as pessoas evitam comprar as coisas e ficam a esperar a queda nos preços. É por isto que os bancos centrais buscam evitar não só a inflação, mas também a deflação.

Esse conceito é diferente de desinflação, que é mera desaceleração — em patamares notáveis — da inflação no produto interno bruto de um país ao longo do tempo. A desinflação acontece quando a alta dos preços no consumidor é menor em comparação com o período de alta anterior.

Estagflação

A estagflação é a combinação de estagnação e inflação. É o momento em que a inflação existe e o crescimento económico fica estagnado. Como isto é possível? Se não há demanda suficiente para fazer a economia crescer, porque os preços sobem?

Este fenómeno aconteceu nos Estados Unidos, nos anos 70, quando o país abandonou o padrão ouro. O valor do dólar despencou quando deixou de ser atrelado ao ouro. Os preços do ouro, por sua vez, dispararam. Paul Volcker, diretor do Federal Reserve à época, pôs fim à estagflação ao aplicar uma taxa de juros de dois dígitos e assim mantê-la por tempo suficiente para desfazer as expetativas de mais inflação.

Inflação espiral

Inflação espiral (ou inflação de ordenados) é quando há aumento nominal nos ordenados, isto é, quando os trabalhadores recebem mais. É claro que todos acham que merecem um aumento, mas tal aumento é um fator para a inflação de custo e pode provocar reajustes nos preços que as empresas cobram por produtos e serviços.

Inflação estrutural

Inflação estrutural (ou inflação subjacente) é quando as pressões inflacionárias na economia devem-se sobretudo a forças do mercado, ou seja, variações de preço que refletem as condições de oferta e demanda na economia.

Este tipo de inflação eventualmente agrava-se se não houver choque económico, choque de oferta, grandes variações nos preços ou outros distúrbios imprevistos.

Núcleos de indicadores

Núcleo da inflação

O núcleo da inflação mede as variações nos preços da cesta de itens, exceto alimentos e energia, pois os preços destes setores são extremamente variáveis por causa de seu caráter sazonal. Este descarte faz do núcleo uma medida mais exata do que a geral na determinação de tendências estruturais da inflação. É por este motivo que, ao definir a política monetária, os bancos centrais preferem consultar o núcleo da inflação, que serve de indicador principal de tendências de inflação a longo prazo. Contudo, se os preços dos combustíveis permanecem em alta por períodos mais longos, podem impactar o núcleo da inflação por meio da consequente alta nas projeções de preços.

Núcleo do CPI x núcleo do PCE

O núcleo da inflação é medido pelo núcleo do índice de preços no consumidor (CPI) e também pelo núcleo do índice de despesas de consumo pessoal (PCE). O índice CPI mede os preços de bens e serviços voltados para o consumo domiciliar, ao passo que o índice PCE retrata os preços de bens e serviços adquiridos pelos consumidores em geral. A palavra “núcleo” significa “exceto alimentação e energia”. Os núcleos do CPI e do PCE são como irmãos: ambos ajudam a medir a inflação na economia.

Cálculo da inflação

Depois de termos navegado por todas as definições de inflação, vejamos agora como medi-la e como analisá-la.

Como medir a inflação

A inflação é medida por uma taxa de variação percentual nos preços de um ano para o outro. A taxa de inflação pode ser medida de diferentes formas:

  1. O índice de preços no consumidor (CPI) mede o custo total dos bens e serviços adquiridos pelos consumidores em determinado período, tendo como referência uma cesta de itens definida a partir de pesquisas feitas junto às famílias. Aumentos nos preços dos itens dessa cesta indicam inflação. A cesta inclui grupos diversos, como alimentos e bebidas, cuidados médicos, transporte etc.
  2. O índice de preços ao produtor (PPI) mede a inflação aos produtores. O PPI afere os preços médios que os produtores recebem por bens e serviços produzidos dentro do próprio país. Seu cálculo é a divisão dos preços atualmente recebidos pelos vendedores, conforme a cesta de referência, pelos preços dessa cesta em um determinado ano-base. O resultado é então multiplicado por 100.
  3. O terceiro índice é o índice de despesas de consumo pessoal (PCE). O índice PCE mede as variações nos preços de bens e serviços voltados ao consumo doméstico, tendo como base os dados do PIB dos produtores. É menos específico que o índice CPI porque, embora suas estimativas de preço tomem por base aquelas usadas no CPI, o PCE inclui estimativas de outras fontes. Assim como nos outros dois índices, aumentos de um ano para outro sinalizam inflação.

Porque devem os traders observar a inflação

A publicação do índice CPI (que pode consultar no Calendário Económico) é muito popular entre os traders porque há um vínculo direto entre inflação, bancos centrais e câmbio. A maioria dos países desenvolvidos tenta manter a inflação por volta de 2%.

Quando a inflação fica alta, o banco central aumenta os juros. Consequentemente, a demanda pela moeda do país em questão aumenta, pois juros maiores atraem investidores estrangeiros. Isto provoca a valorização da moeda. O contrário é válido: quando a inflação fica baixa demais, o banco central pode reduzir os juros, desfazendo a demanda pela moeda nacional e provocando uma queda em sua taxa de câmbio.

Isto influencia todas as moedas — principalmente o USD — porque, atualmente, os EUA estão perante uma inflação de 7,5%.

Vejamos o exemplo:

No dia 10 de novembro de 2021, a Agência de Estatística do Trabalho dos EUA publicou o índice CPI a 0,9%; um dos maiores patamares do ano. O USD ganhou força contra outras moedas depois da publicação. O USD/CAD, por exemplo, teve alta de 2.060 pontos:

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Quando a inflação cai, os traders apostam que o Federal Reserve vai ajudar a estimular os preços de ações e títulos. Analogamente, quando a inflação sobe, os traders creem que ativos primários, como commodities, vão valorizar com a guinada contracionista do Fed.

Os traders estão sempre a avaliar se o índice CPI publicado é mais forte ou fraco do que o esperado. O elemento suspense gera uma oportunidade perfeita de negociar, pois em qualquer caso o resultado provoca volatilidade, oferecendo inúmeras possibilidades para as diversas estratégias de negociação.

Em suma: nem toda inflação é motivo para pânico. As variações dos índices CPI, PPI e PCE são oportunidades interessantes de negociar com a dinâmica do mercado.

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