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Successful trader's guide to 2020

Successful trader's guide to 2020

Informação não é consultoria em investimentos

O novo ano abre uma nova década. O enredo de Blade Runner já teria acontecido. Consegue sentir que o futuro chegou? Veremos neste artigo o lado econômico das coisas. Será que as tendências que observamos em 2019 continuarão em 2020? O que acontecerá com a economia global? E, finalmente, quais ativos oferecerão as melhores oportunidades de trading e de investimentos? Leia o relatório preparado pela equipe analítica da FBS e ache as respostas para essas perguntas. 

Retrospectiva de 2019

É bem importante tirar lições da experiência. Ao olhar o maior assunto do ano passado, é possível aprender coisas que vão ajudar no futuro.

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O ano das guerras comerciais 

Períodos de tensões maiores e menores entre os Estados Unidos e a China se intercalaram no decorrer do ano passado. O assunto nunca saiu completamente da pauta e influenciou a maioria das decisões no trading. O ano de 2020 começará com a assinatura pelas partes da primeira fase do acordo comercial. Nem todos os problemas, porém, foram resolvidos. Alguns experts dizem que a paz definitiva no comércio levará 5–10 anos para ser atingida, enquanto outros falam em uma guerra comercial perpétua. Acreditamos que o ano novo deve ser mais calmo, com menos manchetes sobre comércio. Os investidores provavelmente ficarão mais adeptos a riscos e aproveitarão a oportunidade de se beneficiar, por exemplo, com o petróleo e as ações. Por outro lado, lembre-se que más notícias ainda são possíveis, então é indispensável a gestão de riscos adequada. 

Medo da recessão nos EUA

Foram várias as manchetes sobre a potencial recessão nos Estados Unidos. Analistas notaram um fenômeno chamado “inversão da curva de rendimentos”. Em suma, trata-se de uma situação anormal na qual custa mais pegar dinheiro emprestado a curto prazo do que a longo prazo. Nos últimos anos, tal inversão fez a economia dos EUA contrair, mas, desta vez, a curva rapidamente voltou ao normal e deixou os economistas pensando no que vai acontecer em seguida. A economia americana definitivamente tem alguns problemas. O PMI/IGC manufatureiro ISM caiu abaixo do importante nível de 50 pontos pela primeira vez desde 2016, mas a taxa de desemprego caiu para uma mínima de 50 anos e as NFP mostraram o melhor de 10 meses em novembro. Logo, as coisas podem não ser tão catastróficas quanto alguns profetas do fim do mundo fazem parecer.

Os medos de uma recessão diminuíram, e isso é bom para o USD.

BCE — troca de gestão 

Mario Draghi, diretor do Banco Central Europeu desde 2011, deixou o cargo. Sua sucessora, Christine Lagarde, ex-diretora do Fundo Monetário Internacional, não tem experiência como membro de um banco central. Por ora, ela deu poucas indicações de que haverá mudanças na política monetária flexível até agora vigente, o que deve limitar a força do EUR.

Brexit

É difícil acreditar que finalmente poderá haver clareza no Brexit após 3 anos de negociações desgastantes. O ano de 2019 será lembrado pela saída de Theresa May e a chegada de Boris Johnson, seu sucessor na cadeira de primeiro-ministro britânico, e o posterior fortalecimento de seu poder político ao definir e vencer as eleições gerais. A promessa de Johnson é “levar a cabo o Brexit” assim que possível. O prazo atual acordado com a União Europeia é 31 de janeiro de 2020, e o primeiro-ministro conta agora com o apoio do Parlamento para avançar com a legislação sobre o Brexit. A única dúvida que resta é: será que Johnson e a UE estão realmente de acordo? Quaisquer dúvidas disso afetarão a GBP.

2020: acontecimentos que virão

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Eleições presidenciais nos EUA

A América vai eleger seu novo líder no dia 3 de novembro. Donald Trump provavelmente entrará mais uma vez na disputa pelo lado dos republicanos. Ainda não está claro quem vai representar os democratas. Em geral, a administração Trump tem sido cordial com os mercados financeiros por causa de sua abordagem pró-empresas. Se o mandato do presidente na Sala Oval for renovado, o S&P500 terá boas chances de seguir com sua tendência bullish. 

Política do Fed 

Na última reunião, o banco central dos EUA sinalizou que espera manter a taxa de fundos federal inalterada em 2020. É claro que as intenções do órgão podem mudar com o passar dos meses, afinal, o Fed monitora a economia quando toma suas decisões. Esperamos que o banco central hesitará em pensar em aumentos de taxa, embora cortes na taxa continuem como opção, pois a recessão ainda não se afastou suficientemente. Tal política limitará o USD pelo lado de cima e dará fôlego ao mercado de ações. 

Ativos

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Como se pode observar na imagem abaixo, as principais moedas ficaram nos chamados “ranges” (intervalos) durante o ano passado. Moedas exóticas e commodities apresentaram as maiores diferenças entre preço de abertura e de fechamento do ano. Será que essa situação vai se repetir em 2020? Abaixo você verá nossa análise de ativos notáveis.

Moedas principais

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EUR e GBP 

O desempenho do euro dependerá muito da economia da zona do euro achar ou não um ponto de mínimo e começar a se recuperar. Isto, por sua vez, depende do andamento do Brexit e do fôlego da economia chinesa. Em suma, o EUR tem chances mais favoráveis do que em 2019, embora a política do BCE configure um fator negativo. Para o EUR/USD, os principais níveis do lado de cima foram 1,1355 e 1,1478; onde as médias móveis semanais estão localizadas.

A libra será afetada pelo que acontecer após o Brexit. Será que Boris Johnson vai conseguir chegar a um acordo de livre comércio com a UE e, se conseguir, com qual velocidade? Quanto mais rápido isso for feito, melhor será para a GBP. A maioria conquistada no parlamento certamente irá desatar os nós que prendem as mãos de Johnson, e um acordo econômico com a União Europeia abrirá caminho para os patamares de 1,40/1,44 para GBP/USD. Se as conversas atolarem, o par testará novamente a faixa de 1,20.

JPY e CHF

A demanda por ativos de porto seguro encontra-se em queda e será fator negativo para o iene japonês e o franco suíço. Será necessário aplicar a análise técnica e confirmar tendências, mas o cenário de perda de força do JPY diante de outras moedas principais pode oferecer algumas boas ideias de negócios. O USD/JPY tem o nível de 114,00 como meta para o lado de cima. O CHF parece mais forte que o JPY, então o USD/CHF encontrará resistência em torno do nível de paridade (1,0000). 

AUD, NZD, CAD

Essas moedas passaram por maus bocados em 2019. Nenhuma novidade: as constantes preocupações com o comércio desestimularam a compra pelos investidores, algo que se verifica especialmente no caso do AUD e do NZD, expostos à China. Por outro lado, todos os três conseguiram encontrar suporte diante do USD e atingir a estabilidade. Agora é necessário ver se eles conseguem superar a resistência da tendência de queda de longo prazo. Por exemplo: no caso do AUD/USD, esse obstáculo importante se encontra no patamar de 0,70 no lado de cima.

Commodities

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Petróleo

O petróleo mostrou consolidação em 2019: uma consulta ao gráfico Brent mostra que as oscilações do preço foram menores que o observado no ano anterior, tendo em vista que as perspectivas de melhor crescimento das principais economias do mundo implicam em maior demanda por petróleo. No que se refere à oferta, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) concordou no mês de dezembro em aumentar os cortes na produção em 500.000 barris por dia até março de 2020. Ademais, a Arábia Saudita ampliou o seu próprio corte de produção. Tais limitações impostas à produção petrolífera também foram positivas para os preços.

Elizabeth Belugina, analista da FBS, indica que o principal acontecimento será a reunião da OPEP em março de 2020, em Viena, na qual os produtores de petróleo decidirão sobre suas produções durante o resto do ano.

Levando em conta o que foi citado acima, podemos esperar que, na pior das hipóteses, o petróleo ganhará fôlego em 2020. A melhor das hipóteses será o avanço do Brent para a máxima de 2019 em US$75,60 e a máxima de 2018 em US$86,70.

Ouro

As incertezas globais em 2019 levantaram o preço do ouro, que passou dos patamares abaixo de US$1.260 de janeiro às altas de agosto acima dos US$1.460. Os principais fatores de influência estavam ligados às incertezas no comércio EUA-China, à atitude dovish do Federal Reserve, a conflitos entre os Estados Unidos e o Irã, às ações militares da Turquia na fronteira com a Síria e às ameaças nucleares da Coreia do Norte.

O alívio na guerra comercial levou à consolidação dos preços. Entretanto, muitos analistas acreditam que é cedo demais para dispensar o ouro, visto que as tensões no comércio estão longe de acabar. Logo, níveis na casa dos US$1.600 e até mesmo US$1.700 ainda são possíveis. Tenha em mente que, além das tensões no comércio EUA-China, entre os potenciais fatores positivos para o ouro há também as preocupações com as próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Desejamos um feliz 2020 e sorte no seu trading! 

O relatório foi preparado pela equipe de analistas da FBS: 

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